Há precisamente vinte e cinco anos, as Forças Armadas russas passaram a contar com o míssil balístico intercontinental R-36M2, conhecido comoVoevoda e ao qual a OTAN atribuiu o nome assustador de Satã.
Este míssil, o mais poderoso quanto ao seu poder destruidor e único quanto à capacidade de suplantar quaisquer sistemas de defesa antimíssil, passou a ser uma das lendas da época da Guerra Fria. Os peritos comentam com a Voz da Rússia o papel que este complexo balístico desempenhou na política mundial de dissuasão nuclear e o que o irá substituir.
.jpg)