Os EUA e países europeus pressionam Israel a desistir de qualquer plano de ataque a instalações nucleares do Irã. Diante de novas evidências sobre a natureza militar do programa iraniano, que serão divulgadas pela ONU esta semana, potências ocidentais insistiram ontem na adoção de sanções mais duras contra Teerã como alternativa a um ataque - cujas consequências seriam "irreparáveis" e "desestabilizadoras" no Oriente Médio.
Na semana passada, a imprensa israelense divulgou que o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu está tentando persuadir seu gabinete a lançar um ataque-surpresa contra o Irã. Vozes de dentro do governo de Israel, incluindo o alto escalão do Exército e da inteligência, seriam contra a ofensiva.
Em meio ao crescimento do temor de uma ação israelense, a França alertou ontem para o risco de uma guerra. "Podemos ainda fortalecer as sanções para pressionar o Irã. Vamos continuar nesse caminho, pois uma intervenção pode criar uma situação totalmente desestabilizadora", afirmou ontem o chanceler de Paris, Alain Juppé. "Temos de fazer de tudo para evitar o irreparável", completou.
Na semana passada, a imprensa israelense divulgou que o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu está tentando persuadir seu gabinete a lançar um ataque-surpresa contra o Irã. Vozes de dentro do governo de Israel, incluindo o alto escalão do Exército e da inteligência, seriam contra a ofensiva.
Em meio ao crescimento do temor de uma ação israelense, a França alertou ontem para o risco de uma guerra. "Podemos ainda fortalecer as sanções para pressionar o Irã. Vamos continuar nesse caminho, pois uma intervenção pode criar uma situação totalmente desestabilizadora", afirmou ontem o chanceler de Paris, Alain Juppé. "Temos de fazer de tudo para evitar o irreparável", completou.








